Na aula do dia 18 de março de 2009, foi discutido sobre os projetos desenvolvidos no segundo semestre de 2008, na interdisciplina de Projeto Pedagógico em Ação – PAS. Do EAD- Pedagogia- UFRGS.
Alguns grupos apresentaram seus trabalhos de pesquisas. Acreditando que estavam de acordo com a orientação recebida para desenvolvê-los, inclusive com seus Mapas Conceituais. A professora Marie Jane levantava questões, fazendo surgirem dúvidas sobre os trabalhos, provocando perturbações, criando uma discussão sobre os mesmos. De como deveriam ter sido formuladas as perguntas sobre os assuntos a serem pesquisados, para que não ficassem ambíguos. Ao questionar nossos argumentos, provocou desequilíbrio nas nossas convicções, tirando-nos da nossa acomodação, fazendo com que repensássemos sobre o desenvolvimento e construção do trabalho de pesquisa.
Eu cheguei à conclusão de que muita informação não quer dizer conhecimento, e que também preciso saber se as fontes pesquisadas são confiáveis, comparar com outras fontes de pesquisas, não só com multimídias. Uma certeza ficou de que estamos sempre aprendendo a aprender. Passam-se os anos, mesmo com toda a experiência sempre vão surgir situações e informações novas que nos leva a agregar novos conhecimentos, muitas vezes aos velhos conhecimentos. Conforme BECKER “Vive-se intensamente o presente na medida em que se constrói o futuro, buscando no passado sua fecundação. Dos escombros do passado delineia-se o horizonte do futuro; origina se, daí, o significado que dá plenitude ao presente”. A aprendizagem não está pronta, ela está num contínuo processo de construção.
Alguns grupos apresentaram seus trabalhos de pesquisas. Acreditando que estavam de acordo com a orientação recebida para desenvolvê-los, inclusive com seus Mapas Conceituais. A professora Marie Jane levantava questões, fazendo surgirem dúvidas sobre os trabalhos, provocando perturbações, criando uma discussão sobre os mesmos. De como deveriam ter sido formuladas as perguntas sobre os assuntos a serem pesquisados, para que não ficassem ambíguos. Ao questionar nossos argumentos, provocou desequilíbrio nas nossas convicções, tirando-nos da nossa acomodação, fazendo com que repensássemos sobre o desenvolvimento e construção do trabalho de pesquisa.
Eu cheguei à conclusão de que muita informação não quer dizer conhecimento, e que também preciso saber se as fontes pesquisadas são confiáveis, comparar com outras fontes de pesquisas, não só com multimídias. Uma certeza ficou de que estamos sempre aprendendo a aprender. Passam-se os anos, mesmo com toda a experiência sempre vão surgir situações e informações novas que nos leva a agregar novos conhecimentos, muitas vezes aos velhos conhecimentos. Conforme BECKER “Vive-se intensamente o presente na medida em que se constrói o futuro, buscando no passado sua fecundação. Dos escombros do passado delineia-se o horizonte do futuro; origina se, daí, o significado que dá plenitude ao presente”. A aprendizagem não está pronta, ela está num contínuo processo de construção.
Uma Escola onde todos têm direito a educação de qualidade.
Fotos dos alunos em difentes momentos de construção da aprendizagem. Professor e aluno exploram materiais, idéias, hipóteses. Trocam informações e conhecimentos mutuamente, ambos ensinantes-aprendentes. 




REFERÊNCIAS
BECKER, Fernando. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos.
BECKER, Fernando. Epistemologia subjacente ao trabalho docente. Porto Alegre:
FACED/UFRGS, 1992. 387p. (Apoio INEP/CNPQ). (No prelo: VOZES). (Relatório de
pesquisa).
_______. Da ação à operação: o caminho da aprendizagem: J. Piaget e Paulo Freire. Porto
Alegre: Palmarinca, 1993.
_______. Ensino e construção do conhecimento; o processo de abstração reflexionante.
Educação e Realidade, Porto Alegre, 18(1):43-52, jan./jun. 1993.
_______. Saber ou ignorância: Piaget e a questão do conhecimento na escola pública.
Psicologia-USP, 1(1):77-87, jan./jun. 1990.