quinta-feira, 25 de setembro de 2008

PROJETO HORTA ESCOLAR

Retomando as postagens das atividades que continuamos desenvolvendo na escola dentro do Plano de Estudos do primeiro semestre de 2008.
Eu e os alunos envolvidos no projeto Mudanças Climáticas – Produção e Consumo – Vivendo com Qualidade, continuamos fazendo leituras, estudos e pesquisas sobre os problemas ambientais, no momento estamos nos preparando para a III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, estudando sobre os quatro subtemas da Conferência: “Água, Ar, Terra e Fogo”.
Através da nossa horta escolar contribuímos para a diminuição da poluição do solo, da água e do ar ao separarmos o lixo e ao fazermos a compostagem dos restos orgânicos, também não usamos agrotóxicos e pesticidas, assim contribuindo com o Meio Ambiente.
A nossa aprendizagem através da prática e da busca por conhecimento é transmitida através dos alunos, que participam do projeto, para as suas famílias e comunidade escolar.
Os alunos além de participarem da preparação do solo, do plantio, da colheita e da oficina culinária com os produtos da horta, eles também levam para casa as hortaliças colhidas.

















sábado, 6 de setembro de 2008

INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA DA VIDA ADULTA

Estudando a sobre as fases da vida Adulta, segundo Erikson na interdisciplina de Psicologia da Vida Adulta - UFRGS - PEAD. Passei a observar as pessoas adultas com quem convivo diariamente, tanto na família como no trabalho. E conforme as suas atitudes diante das dificuldades do cotidiano. Eu vejo como são importantes as fases anteriores terem sido bem resolvidas, para que o adulto de hoje esteja preparado para enfrentar os desafios que vão surgindo nas demais fases da vida. Também observo nos alunos pequenos, como eles lidam com as situações que acontecem em suas vidas, mesmo não estando preparados para os desafios que surgem, eles são obrigados a enfrentar e aceitar sem ter muito a fazer para mudar a situação, pois depende dos ditos adultos, por exemplo, o conflito que um aluno do terceiro ano estava passando. Ele, um ótimo aluno, passou a ter atitudes negativas, que não condizem com o seu jeito de ser. Com estas atitudes demonstrava que não estava aceitando trocar de escola, de colegas e de professores, pois ele era feliz ali, mas os pais iam se mudar de cidade, por causa do emprego do pai, o aluno sentia-se inseguro e com medo, pois não sabia em que escola iria estudar, e nem conhecia o lugar distante em que iriam morar. Assim como os adultos sentem medo e insegurança, apesar de ter idade, tem aqueles que não estão maduros para enfrentar a certas situações a qual não estão preparados. Imaginem as crianças os conflitos que elas passam para entenderem e compreenderem certas situações em que são obrigadas a enfrentarem. Segundo ERIKSON “a solução de uma etapa depende do comportamento nas etapas anteriores”. Nós adultos precisamos entender estas fases, para não cometermos erros com nossos filhos e alunos, respeitando as fases, não os forçando a pularem etapas.

Em diferentes épocas da vida, seres humanos apresentam características diferentes. As várias etapas são marcadas por conflitos que lhe são próprios. Assim como a passagem da infância para a via adulta é marcada pelos conflitos da adolescência, a passagem da adolescência também se caracteriza por novas tarefas a serem realizadas. A cada passagem, há perdas, mas há ganhos. Para algumas pessoas predominam os sentimentos de perda e para outros predominam os sentimentos de ganho a cada etapa. Porém, o certo é que a passagem por cada etapa significa expectativas diferentes com relação à própria vida. MARQUEZ, REAL e PICETTI.

REFERÊNCIAS

ELKIND, David. As Oito Idades do Homem segundo Erikson. Diálogo, 11(1), 3-12, 1978. Texto digitado e revisado por Ana Maria de Barros Petersen.

MARQUEZ, Tania Beatriz Iwaszko., REAL Luciane Magalhães Corte, PICETTI, Jaqueline dos Santos – Introdução à Psicologia da Vida Adulta.

domingo, 31 de agosto de 2008

TRABALHANDO COM PROJETOS

Eu trabalho com projetos nas duas escolas. Todo inicio de ano tenho que elaborar um projeto dentro das perspectivas da escola, procuro ouvir os alunos, para elaborar o projeto dentro do interesse dos mesmos. Quando os alunos participam da elaboração do projeto, demonstram maior interesse, participação e alegria ao desenvolverem as atividades. O projeto é montado com um tema mais abrangente, dentro deste projeto vai se desenvolvendo pequenos projetos com sub-temas ou assuntos que despertaram o interesse do grupo relacionado ao tem central. Ficando o projeto flexível e sujeito as mudanças no meio do caminho.
Estamos trabalhando este ano, por exemplo: O projeto sobre Meio Ambiente com o tema: Mudanças Climáticas – Produção e consumo – qualidade de vida. Sub-temas: horta – alimentos sem agrotóxico – adubação orgânica – aproveitamento dos alimentos saudáveis – higiene – separação do lixo – mudanças de hábitos – atitudes positivas – arborização – ajardinamento – preservação ambiental etc. Dentro dos objetivos do projeto. Inclusive já fiz postagens anteriores neste blog, com o desenvolvimento deste projeto Mudanças Climáticas.
A nossa horta está em pleno vapor, já fizemos colheitas de alface, rúcula e couve-chinesa, os alunos levaram as verduras colhidas para suas casas. Também fizemos oficina de culinária, preparamos salada natural e provamos e aprovamos a receita. Além disso, nós plantamos árvores e flores no pátio da escola, separamos o lixo orgânico do refeitório e fizemos compostagem. Também temos caixas nas salas de aulas para recolher papéis usados, que são vendidos e o retorno financeiro é aplicado na horta.
Nós além das aulas práticas nos reunimos para estudarmos e pesquisarmos os assuntos relativos ao projeto. Montamos murais sobre os assuntos em questão, para que os demais alunos da escola tomem conhecimento dessas informações e nos ajudem a transformar o ambiente escolar num lugar melhor.
Temos autonomia na escola de montar e trabalhar com projetos dentro do temas transversais conforme os PCNS. Aqui vale lembrar da interdisciplina de Organização e Gestão da Educação, quando fala das competências municipais, refiro-me aos textos que li sobre Sistemas de Ensino, Responsabilidade das esferas de governo para com a educação e Federalismo e Descentralização da autora Nalú Farenzena.

“Cabe ao CNE elaborar as diretrizes curriculares das etapas e modalidades da Educação Básica.”
“É certo que os órgãos normativos de cada sistema de ensino podem complementar essas diretrizes nacionais. Mas, como diz a palavra, podem complementar, sem, contudo, contraditar as normas nacionais.” FARENZENA, Nalú

Também vale lembrar da interdisciplina de Organização do Ensino Fundamental, e da leitura que fiz do texto sobre A Gestão Democrática como Modelo Institucionalizado de Administração da Educação da autora Neusa Chaves Batista.

“A realidade pode ser mudada só porque e só na medida
em que nós mesmos a produzimos, e na medida em que
saibamos que é produzida por nós (Karel Kosik)” Abuts de BATISTA, Neusa Chaves
“gestão democrática, por sua natureza, é um processo que implica mudanças no ambiente escolar pressupondo a idéia de participação, isto é, trabalho associativo e cooperativo na tomada de decisões promovendo plenamente um ensino de qualidade para todos os educandos.”BATISTA, Neusa Chaves

Quando fala da organização escolar através da participação de toda a comunidade escolar. Nós quando elaboramos os projetos, contamos com a participação de todos, procurando contemplar os interesses e expectativas da comunidade escolar, partindo da sua realidade e com o projeto melhorar o que precisa ser melhorado. Com a horta escolar já estamos atingindo alguns pais, com a sua participação no projeto e através das informações que os filhos estão levando, alguns já estão motivados e construindo hortas em suas casas, outros demonstraram interesse na compostagem dos restos orgânicos. E o mais importante é que os colegas professores, funcionários e alunos estão envolvidos e participando juntos.

AQUI FOTOS DE ALGUMAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA ESCOLA, DENTRO DO PROJETO MUDANÇAS CLIMÁTICAS:





















terça-feira, 12 de agosto de 2008

ORGANIZAÇÃO DO TEMPO

Mesmo depois de ter estudado noções de tempo e espaço nas interdisciplinas do primeiro semestre de 2008 do curso de Pedagogia da UFRGS. Sempre é complicado e necessário organizar o tempo no dia a dia, são tantas tarefas e objetivos a serem desenvolvidos e alcançados, são tantos sonhos a serem vividos. Muitas vezes precisamos mais do que vinte quatro horas, sem esquecer de que “Os Domingos Precisam de Feriados” de Rabino Nilton Bonder.
Mas enfim precisamos nos organizar no tempo disponível pelo relógio, que marca as vinte quatro horas do dia para sermos felizes.



Vinicius de Moraes
O relógioPassa, tempo, tic-tac
Tic-tac, passa, hora
Chega logo, tic-tac
Tic-tac, e vai-te embora
Passa, tempo
Bem depressa
Não atrasa
Não demora
Que já estou
Muito cansado
Já perdi
Toda a alegria
De fazer
Meu tic-tac
Dia e noite
Noite e dia
Tic-tac
Tic-tac
Tic-tac . . .
Visite a minha tabela do tempo:

quarta-feira, 9 de julho de 2008

HORTA BEIJA-FLOR

E.M.E.F. PREFEITO JOÃO FREITAS FILHO – SAPUCAIA DO SUL




INAUGURAÇÃO DA HORTA ESCOLAR






Coordenação: Professora Valéria Pereira de Souza
Envolvidos: Guardiões Ambientais, Professora Coordenadora e Comunidade Escolar.




Neste quatro de julho de dois mil e oito, estamos inaugurando a horta Beija-Flor, depois de muito trabalho e estudo, nós estamos literalmente plantando uma sementinha, para quem sabe no futuro, colher os grandes frutos deste projeto.

Eu e os Guardiões Ambientais fizemos leituras, pesquisas, debates e reflexões sobre meio ambiente, preservação, qualidade de vida, mudanças climáticas, produção e consumo de uma forma sustentável. Que através de nossas atitudes positivas e mudanças de hábitos, sermos multiplicadores dos conhecimentos adquiridos nas nossas reuniões de estudos, transpondo estas informações para além dos muros da escola, chegando até família e posteriormente à comunidade, transformando-a num lugar melhor de se viver.

“... porque a melhor ferramenta para a preservação do meio ambiente em que vivemos e da própria vida do homem no planeta é o conhecimento: cidadãos bem informados podem decidir melhor.” Conforme Programa de Aprendizagem para Professores dos Anos Iniciais da Educação Básica – Meio Ambiente e Qualidade de Vida - 2002 - Fundação Victor Civita.

“Quando se fala cidadania e não no meio ambiente, pode ser que esse lado ecológico fique um pouco perdido. Quando se fala em cidadania ambiental, se foca a questão do papel do cidadão na preservação do meio ambiente, principalmente no seu ambiente local, Geralmente, quando se fala em meio ambiente, pensa-se num ambiente que não pé o “seu”. Às vezes pensamos na floreta que está longe, esquecendo que as ruas da cidade e as árvores que estão plantadas nelas ou em casa, também fazem parte do meio ambiente. A água que nós usamos, o esgoto que liberamos, tudo isto faz parte do meio ambiente e também precisa ser cuidado. Esta compreensão de Carolina Herrmann, da ONG Amigos da Terra, traz a ecologia para o nosso dia-a-dia e para o cuidado que precisamos ter com o ambiente onde vivemos.”

“Quando a criança ouve falar em educação ambiental na escola, certamente levará para sua própria casa, para o pai, a mãe, que muitas vezes não se dão conta, nunca pararam para refletir sobre a questão.” segundo HERRMANN, Carolina - 2006.

“Jamais deixar de fazer as coisas corretamente porque outra pessoa não faz. Se o outro não faz, eu faço.” De acordo com HERRMANN, Carolina - junho/2006-Revista Mundo Jovem.

Antes mesmo deste Plano Individual de Estudo, proposto pelo Seminário Integrador IV do Curso de Pedagogia a Distância da UFRGS, o que veio contribuir e muito para nossa caminha na busca por informações através do conhecimento e incentivando a mais leitura e pesquisas. Nós já tínhamos uma caminhada de anos anteriores, onde desenvolvemos vários trabalhos através de separação do lixo, oficinas de reutilização e reciclagem de sucatas, alimentação alternativa, saudável e reaproveitamento de alimentos, como casca e folhas dos vegetais. Também participamos da Conferência Municipal de Meio Ambiente, cursos para Guardiões Ambientais na Escola de Educação Ambiental, trilhas ecológicas, passeatas incentivando a preservação do Arroio José Joaquim, campanha na comunidade com informações sobre o combate do mosquito transmissor da Dengue. Estamos arborizando a escola e construindo canteiros de flores. Participamos da Feira de Ciências e Idéias neste ano com o trabalho: Construindo brinquedos de garrafa PET para a hora do recreio. Participamos todos os anos entre os meses de abril e maio, da solenidade de posse dos Guardiões Ambientais do município, onde os novos tomam posse como guardião.

“Existe a lei federal 9795/99 que recomenda que a educação ambiental seja ser transversal a todas as matérias. Mas isto, na prática, ainda não acontece. Depende muito da iniciativa de algum (a) professor (a) ou do (a) diretor (a) da escola. Por exemplo, disciplina de matemática poderia se fazer um cálculo de quanto de água se desperdiça por minuto quando a torneira fica aberta. Na disciplina de Língua Portuguesa pode-se trabalhar com textos relacionados ao meio ambiente. Em cada disciplina daria para abordar um pouco a questão ambiental, e assim, cada um se daria conta de que suas ações do dia-a-dia poderiam ser mais sustentáveis ou menos sustentáveis.” Conforme HERRMANN, Carolina – 2006.

Ao desenvolver o trabalho na horta consegui integrar as interdisciplinas de Matemática, Ciências e Estudos Sociais, trabalhando com os alunos as noções de espaço e tempo, através das unidades de medidas (comprimento, largura e altura), para determinar os espaços para os canteiros, os espaços entre as mudas e sementes, medimos com uma trena, para saber quantos metros íamos precisar de mangueira, o tempo de germinação de cada tipo de semente que foram plantadas. Também usamos o ciclo da lua para plantar (o espaço de um ciclo a outro), por exemplo, a salsa que dizem que é bom plantar na lua nova. Verificamos se a localização da horta permitia uma boa exposição do sol durante o dia, se a sombra do ginásio não iria prejudicar as hortaliças. Verificamos as condições do solo, que não estava adequado, corrigindo suas deficiências com a utilização do composto orgânico, feito no inicio do ano com os restos orgânicos do refeitório (o tempo de compostagem). Observamos os costumes e tradições do seu grupo social, através de entrevista que os alunos fizeram em suas famílias. Quem tinha horta em casa? Como era cultivada a horta caseira? Como era construído e que tipo de adubação usava, e se usavam agrotóxico? O que costumavam plantar? Alguns plantavam chás na horta e utilizavam para algumas enfermidades. O que mudou desde o tempo que começou a cultivar uma horta? Qual o espaço utilizado para fazer a horta? O tempo que levou para começar a colheita? Qual a mudança e benefícios que causou na família a partir do cultivo da horta?
Através do trabalho desenvolvido na escola alguns alunos que não tinham horta em casa, começaram a se sentirem motivados a tomar a iniciativa de construir uma horta em casa, sentindo-se orgulhosos do que estão fazendo, inclusive envolvendo os familiares.




Nosso Lema: Juntos lutar e o ambiente preservar!
Algumas atividades desenvolvidas pelos alunos mostradas nas fotos:
Compostagem dos restos orgânicos;
Medindo o espaço da horta para os canteiros;
Construção da horta;
Semeadura e plantio;
Construindo as floreiras;
Plantando flores;
Plantando árvores;
Feira de Ciências e Idéias.
OBS: Nós continuaremos os estudos e atividades durante todo o ano letivo. Aguardem mais postagem do trabalho sobre o meio ambiente.
http://www.vin.com.br/ - Neste site você pode baixar da internet a Agenda 21 - documento que estabelece as ações que o Brasil se dispõe a implementar a preservação ambiental.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

VISITA COM OS ALUNOS NO MUSEU E NA CASA DO IMIGRANTE

MUSEU VISCONDE DE SÃO LEOPOLDO











CASA DO IMIGRANTE










Dentro da proposta da professora Simone Valdete da interdisciplina de Estudos Sociais, onde ela pede para que organizemos uma saída a algum ponto turístico. Eu Valéria e a Gisele fizemos uma visita aos pontos turísticos de São Leopoldo. O que me proporcionou a escolha dos lugares que iria visitar com os alunos. A escola que trabalho, organizou uma saída ao Museu Visconde de São Leopoldo e a Casa do Imigrante localizada na Feitoria no Município de são Leopoldo. Na aula anterior, dialoguei com os alunos, investigando o que eles sabiam sobre museu, pedi que desenhassem o que eles imaginavam que iriam ver no museu. No dia do passeio, a empolgação dos alunos era geral, muita expectativa na espera pelo ônibus. A visita foi maravilhosa. No Museu Visconde de São Leopoldo, fomos recepcionados pelo professor Marcos responsável pelo museu, que orientou toda a visita. Ele fez várias explicações para os alunos, onde ele ressaltou que museu ensina história. Os alunos demonstraram interesse e curiosidade, fazendo perguntas e mais perguntas sobre o que viam. Algumas peças chamaram mais atenção do que outras. Eles ficaram encantados com a roca de fiar, que parecia com a da história da Bela Adormecida. A mesma curiosidade e interesse eles demonstraram na Casa do Imigrante. Eles observavam atentamente os objetos, fazendo muitas perguntas. Na aula posterior ao passeio, retomei o assunto sobre a visita, à conversa foi longa, todos queriam comentar o que viram e ouviram. Pedi que eles desenhassem novamente sobre o museu, agora eles tinham mais subsídios para desenharem. Também assistimos ao filme: “Uma Noite no Museu”. A partir desta saída vamos começar a trabalhar o projeto sobre a Imigração Alemã. Pretendemos levar os alunos também ao Museu da PUC em Porto Alegre, para que eles tenham noções de outros modelos de museu. Que não se aprende só história, mas também ciências e outras temáticas. Esta saída de campo veio contribuir com a atividade que propus sobre grupos sociais na interdisciplina de Estudos Sociais, tendo em vista que os alunos residentes na comunidade escolar, onde trabalho a maioria são descendestes de alemães. Não esquecendo de trabalhar as demais etnias que tenho dentro da sala de aula, promovendo a valorização e o respeito pelo diferente, assim evitando o preconceito racial e cultural, buscando a integração social.

domingo, 6 de julho de 2008

BRINCANDO COM MEDIDAS



EXERCÍCO PROPOSTO AOS ALUNOS DO 2º ANO

Desafio 1:
Primeiro eu dialoguei com eles sobre medidas, como podemos medir os objetos, e que instrumentos podemos usar para medir, quais eles conhecem.
Eles citaram o metro, a régua, um falou que o pai tem um paquímetro, que serve para mediar peças na oficina, o outro colocou que o pai é pedreiro e usa o esquadro para medir os cantos, nas construções.
Então eu descobri que eles já têm certo conhecimento sobre medidas, e alguns instrumentos.
Pergunte sobre a régua, se já tinham usado, eles responderam que sim com a professora titular, para fazer margem na folha de ofício.
Então expliquei a proposta da atividade. Peguei uma régua de 30 cm, que eles já utilizaram e medimos as caixas, falei sobre comprimento, largura e altura, anotamos as medidas. Expliquei como se escrevia centímetros, não me aprofundei muito, pois eles são alunos de 2º ano.
Dividi a turma em dois grupos, que acabou por escolha deles sendo o grupo das meninas e o grupo dos meninos.
Cada grupo recebeu uma caixa, com as seguintes medidas:
Comprimento: 21 cm
Largura: 15 cm
Altura: 5 cm
E também, cada grupo recebeu 12 caixinhas com as seguintes medidas:
Comprimento: 15 cm
Largura: 3,5 cm
Altura: 2,5 cm
Eles tinham que completar a caixa grande com as 12 caixinhas, sem ultrapassar a altura da caixa grande, e não poderia sobrar nem uma caixinha, e nem espaço vazio na caixa grande, só tinha um jeito de completar a caixa, e eles tinha que descobrir, usando as informações que tinham.
Eles acabaram transformando a atividade em competição entre as duas equipes. A equipe dos meninos foi mais ágil, logo descobrindo como colocar as caixinhas corretamente, mais por intuição do que propriamente obedecendo às medidas.
O grupo das meninas encontrou mais dificuldade para solucionar o problema e encaixar corretamente as caixinhas na caixa grande.

OBS: Talvez se fosse com alunos maiores eles teriam uma melhor compreensão das medidas, mas valeu a atividade, pois usamos a régua para medir comprimento, largura e altura.







USANDO ALGUMAS PEÇAS DO BLOCO LÓGICO:


Desafio 2:
ATIVIDADE: Completar uma área de um retângulo com outras peças de figuras geométricas diferentes.
Inspirei-me no exercício da atividade 9 com o quadrado, retângulo e triângulo, onde as figuras geométricas tinham que girar e fazer as somas dos Ca, bi, de...
As mesmas equipes receberam um retângulo grande, e peças menores de figuras geométricas diferentes, como um retângulo pequeno, dois quadrados pequenos e oito triângulos pequenos, que completariam o retângulo.
Eles tinham que descobrir qual a posição de colocar as peças pequenas sobre a superfície do retângulo grande, cobrindo toda a sua área, sem sobrar e nem faltar espaços.
1 Retângulo grande mede:
Comprimento: 16 cm
Largura: 8 cm
1 Retângulo pequeno mede:
Comprimento: 8 cm
Largura: 4 cm
2 Quadrados pequenos medem:
Quatro lados iguais: 4 cm
8 Triângulos pequenos medem:
Dois lados iguais: 4 cm
Um lado de: 4,5 cm