Retomando as postagens das atividades que continuamos desenvolvendo na escola dentro do Plano de Estudos do primeiro semestre de 2008.
Eu e os alunos envolvidos no projeto Mudanças Climáticas – Produção e Consumo – Vivendo com Qualidade, continuamos fazendo leituras, estudos e pesquisas sobre os problemas ambientais, no momento estamos nos preparando para a III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, estudando sobre os quatro subtemas da Conferência: “Água, Ar, Terra e Fogo”.
Através da nossa horta escolar contribuímos para a diminuição da poluição do solo, da água e do ar ao separarmos o lixo e ao fazermos a compostagem dos restos orgânicos, também não usamos agrotóxicos e pesticidas, assim contribuindo com o Meio Ambiente.
A nossa aprendizagem através da prática e da busca por conhecimento é transmitida através dos alunos, que participam do projeto, para as suas famílias e comunidade escolar.
Os alunos além de participarem da preparação do solo, do plantio, da colheita e da oficina culinária com os produtos da horta, eles também levam para casa as hortaliças colhidas.
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quinta-feira, 25 de setembro de 2008
quarta-feira, 9 de julho de 2008
HORTA BEIJA-FLOR
E.M.E.F. PREFEITO JOÃO FREITAS FILHO – SAPUCAIA DO SUL
INAUGURAÇÃO DA HORTA ESCOLAR
Coordenação: Professora Valéria Pereira de Souza
Envolvidos: Guardiões Ambientais, Professora Coordenadora e Comunidade Escolar.
Neste quatro de julho de dois mil e oito, estamos inaugurando a horta Beija-Flor, depois de muito trabalho e estudo, nós estamos literalmente plantando uma sementinha, para quem sabe no futuro, colher os grandes frutos deste projeto.
Eu e os Guardiões Ambientais fizemos leituras, pesquisas, debates e reflexões sobre meio ambiente, preservação, qualidade de vida, mudanças climáticas, produção e consumo de uma forma sustentável. Que através de nossas atitudes positivas e mudanças de hábitos, sermos multiplicadores dos conhecimentos adquiridos nas nossas reuniões de estudos, transpondo estas informações para além dos muros da escola, chegando até família e posteriormente à comunidade, transformando-a num lugar melhor de se viver.
“... porque a melhor ferramenta para a preservação do meio ambiente em que vivemos e da própria vida do homem no planeta é o conhecimento: cidadãos bem informados podem decidir melhor.” Conforme Programa de Aprendizagem para Professores dos Anos Iniciais da Educação Básica – Meio Ambiente e Qualidade de Vida - 2002 - Fundação Victor Civita.
“Quando se fala cidadania e não no meio ambiente, pode ser que esse lado ecológico fique um pouco perdido. Quando se fala em cidadania ambiental, se foca a questão do papel do cidadão na preservação do meio ambiente, principalmente no seu ambiente local, Geralmente, quando se fala em meio ambiente, pensa-se num ambiente que não pé o “seu”. Às vezes pensamos na floreta que está longe, esquecendo que as ruas da cidade e as árvores que estão plantadas nelas ou em casa, também fazem parte do meio ambiente. A água que nós usamos, o esgoto que liberamos, tudo isto faz parte do meio ambiente e também precisa ser cuidado. Esta compreensão de Carolina Herrmann, da ONG Amigos da Terra, traz a ecologia para o nosso dia-a-dia e para o cuidado que precisamos ter com o ambiente onde vivemos.”
“Quando a criança ouve falar em educação ambiental na escola, certamente levará para sua própria casa, para o pai, a mãe, que muitas vezes não se dão conta, nunca pararam para refletir sobre a questão.” segundo HERRMANN, Carolina - 2006.
“Jamais deixar de fazer as coisas corretamente porque outra pessoa não faz. Se o outro não faz, eu faço.” De acordo com HERRMANN, Carolina - junho/2006-Revista Mundo Jovem.
Antes mesmo deste Plano Individual de Estudo, proposto pelo Seminário Integrador IV do Curso de Pedagogia a Distância da UFRGS, o que veio contribuir e muito para nossa caminha na busca por informações através do conhecimento e incentivando a mais leitura e pesquisas. Nós já tínhamos uma caminhada de anos anteriores, onde desenvolvemos vários trabalhos através de separação do lixo, oficinas de reutilização e reciclagem de sucatas, alimentação alternativa, saudável e reaproveitamento de alimentos, como casca e folhas dos vegetais. Também participamos da Conferência Municipal de Meio Ambiente, cursos para Guardiões Ambientais na Escola de Educação Ambiental, trilhas ecológicas, passeatas incentivando a preservação do Arroio José Joaquim, campanha na comunidade com informações sobre o combate do mosquito transmissor da Dengue. Estamos arborizando a escola e construindo canteiros de flores. Participamos da Feira de Ciências e Idéias neste ano com o trabalho: Construindo brinquedos de garrafa PET para a hora do recreio. Participamos todos os anos entre os meses de abril e maio, da solenidade de posse dos Guardiões Ambientais do município, onde os novos tomam posse como guardião.
“Existe a lei federal 9795/99 que recomenda que a educação ambiental seja ser transversal a todas as matérias. Mas isto, na prática, ainda não acontece. Depende muito da iniciativa de algum (a) professor (a) ou do (a) diretor (a) da escola. Por exemplo, disciplina de matemática poderia se fazer um cálculo de quanto de água se desperdiça por minuto quando a torneira fica aberta. Na disciplina de Língua Portuguesa pode-se trabalhar com textos relacionados ao meio ambiente. Em cada disciplina daria para abordar um pouco a questão ambiental, e assim, cada um se daria conta de que suas ações do dia-a-dia poderiam ser mais sustentáveis ou menos sustentáveis.” Conforme HERRMANN, Carolina – 2006.
Ao desenvolver o trabalho na horta consegui integrar as interdisciplinas de Matemática, Ciências e Estudos Sociais, trabalhando com os alunos as noções de espaço e tempo, através das unidades de medidas (comprimento, largura e altura), para determinar os espaços para os canteiros, os espaços entre as mudas e sementes, medimos com uma trena, para saber quantos metros íamos precisar de mangueira, o tempo de germinação de cada tipo de semente que foram plantadas. Também usamos o ciclo da lua para plantar (o espaço de um ciclo a outro), por exemplo, a salsa que dizem que é bom plantar na lua nova. Verificamos se a localização da horta permitia uma boa exposição do sol durante o dia, se a sombra do ginásio não iria prejudicar as hortaliças. Verificamos as condições do solo, que não estava adequado, corrigindo suas deficiências com a utilização do composto orgânico, feito no inicio do ano com os restos orgânicos do refeitório (o tempo de compostagem). Observamos os costumes e tradições do seu grupo social, através de entrevista que os alunos fizeram em suas famílias. Quem tinha horta em casa? Como era cultivada a horta caseira? Como era construído e que tipo de adubação usava, e se usavam agrotóxico? O que costumavam plantar? Alguns plantavam chás na horta e utilizavam para algumas enfermidades. O que mudou desde o tempo que começou a cultivar uma horta? Qual o espaço utilizado para fazer a horta? O tempo que levou para começar a colheita? Qual a mudança e benefícios que causou na família a partir do cultivo da horta?
Através do trabalho desenvolvido na escola alguns alunos que não tinham horta em casa, começaram a se sentirem motivados a tomar a iniciativa de construir uma horta em casa, sentindo-se orgulhosos do que estão fazendo, inclusive envolvendo os familiares.
Eu e os Guardiões Ambientais fizemos leituras, pesquisas, debates e reflexões sobre meio ambiente, preservação, qualidade de vida, mudanças climáticas, produção e consumo de uma forma sustentável. Que através de nossas atitudes positivas e mudanças de hábitos, sermos multiplicadores dos conhecimentos adquiridos nas nossas reuniões de estudos, transpondo estas informações para além dos muros da escola, chegando até família e posteriormente à comunidade, transformando-a num lugar melhor de se viver.
“... porque a melhor ferramenta para a preservação do meio ambiente em que vivemos e da própria vida do homem no planeta é o conhecimento: cidadãos bem informados podem decidir melhor.” Conforme Programa de Aprendizagem para Professores dos Anos Iniciais da Educação Básica – Meio Ambiente e Qualidade de Vida - 2002 - Fundação Victor Civita.
“Quando se fala cidadania e não no meio ambiente, pode ser que esse lado ecológico fique um pouco perdido. Quando se fala em cidadania ambiental, se foca a questão do papel do cidadão na preservação do meio ambiente, principalmente no seu ambiente local, Geralmente, quando se fala em meio ambiente, pensa-se num ambiente que não pé o “seu”. Às vezes pensamos na floreta que está longe, esquecendo que as ruas da cidade e as árvores que estão plantadas nelas ou em casa, também fazem parte do meio ambiente. A água que nós usamos, o esgoto que liberamos, tudo isto faz parte do meio ambiente e também precisa ser cuidado. Esta compreensão de Carolina Herrmann, da ONG Amigos da Terra, traz a ecologia para o nosso dia-a-dia e para o cuidado que precisamos ter com o ambiente onde vivemos.”
“Quando a criança ouve falar em educação ambiental na escola, certamente levará para sua própria casa, para o pai, a mãe, que muitas vezes não se dão conta, nunca pararam para refletir sobre a questão.” segundo HERRMANN, Carolina - 2006.
“Jamais deixar de fazer as coisas corretamente porque outra pessoa não faz. Se o outro não faz, eu faço.” De acordo com HERRMANN, Carolina - junho/2006-Revista Mundo Jovem.
Antes mesmo deste Plano Individual de Estudo, proposto pelo Seminário Integrador IV do Curso de Pedagogia a Distância da UFRGS, o que veio contribuir e muito para nossa caminha na busca por informações através do conhecimento e incentivando a mais leitura e pesquisas. Nós já tínhamos uma caminhada de anos anteriores, onde desenvolvemos vários trabalhos através de separação do lixo, oficinas de reutilização e reciclagem de sucatas, alimentação alternativa, saudável e reaproveitamento de alimentos, como casca e folhas dos vegetais. Também participamos da Conferência Municipal de Meio Ambiente, cursos para Guardiões Ambientais na Escola de Educação Ambiental, trilhas ecológicas, passeatas incentivando a preservação do Arroio José Joaquim, campanha na comunidade com informações sobre o combate do mosquito transmissor da Dengue. Estamos arborizando a escola e construindo canteiros de flores. Participamos da Feira de Ciências e Idéias neste ano com o trabalho: Construindo brinquedos de garrafa PET para a hora do recreio. Participamos todos os anos entre os meses de abril e maio, da solenidade de posse dos Guardiões Ambientais do município, onde os novos tomam posse como guardião.
“Existe a lei federal 9795/99 que recomenda que a educação ambiental seja ser transversal a todas as matérias. Mas isto, na prática, ainda não acontece. Depende muito da iniciativa de algum (a) professor (a) ou do (a) diretor (a) da escola. Por exemplo, disciplina de matemática poderia se fazer um cálculo de quanto de água se desperdiça por minuto quando a torneira fica aberta. Na disciplina de Língua Portuguesa pode-se trabalhar com textos relacionados ao meio ambiente. Em cada disciplina daria para abordar um pouco a questão ambiental, e assim, cada um se daria conta de que suas ações do dia-a-dia poderiam ser mais sustentáveis ou menos sustentáveis.” Conforme HERRMANN, Carolina – 2006.
Ao desenvolver o trabalho na horta consegui integrar as interdisciplinas de Matemática, Ciências e Estudos Sociais, trabalhando com os alunos as noções de espaço e tempo, através das unidades de medidas (comprimento, largura e altura), para determinar os espaços para os canteiros, os espaços entre as mudas e sementes, medimos com uma trena, para saber quantos metros íamos precisar de mangueira, o tempo de germinação de cada tipo de semente que foram plantadas. Também usamos o ciclo da lua para plantar (o espaço de um ciclo a outro), por exemplo, a salsa que dizem que é bom plantar na lua nova. Verificamos se a localização da horta permitia uma boa exposição do sol durante o dia, se a sombra do ginásio não iria prejudicar as hortaliças. Verificamos as condições do solo, que não estava adequado, corrigindo suas deficiências com a utilização do composto orgânico, feito no inicio do ano com os restos orgânicos do refeitório (o tempo de compostagem). Observamos os costumes e tradições do seu grupo social, através de entrevista que os alunos fizeram em suas famílias. Quem tinha horta em casa? Como era cultivada a horta caseira? Como era construído e que tipo de adubação usava, e se usavam agrotóxico? O que costumavam plantar? Alguns plantavam chás na horta e utilizavam para algumas enfermidades. O que mudou desde o tempo que começou a cultivar uma horta? Qual o espaço utilizado para fazer a horta? O tempo que levou para começar a colheita? Qual a mudança e benefícios que causou na família a partir do cultivo da horta?
Através do trabalho desenvolvido na escola alguns alunos que não tinham horta em casa, começaram a se sentirem motivados a tomar a iniciativa de construir uma horta em casa, sentindo-se orgulhosos do que estão fazendo, inclusive envolvendo os familiares.

Nosso Lema: Juntos lutar e o ambiente preservar!
Algumas atividades desenvolvidas pelos alunos mostradas nas fotos:
Compostagem dos restos orgânicos;
Medindo o espaço da horta para os canteiros;
Construção da horta;
Semeadura e plantio;
Construindo as floreiras;
Plantando flores;
Construindo as floreiras;
Plantando flores;
Plantando árvores;
Feira de Ciências e Idéias.
Feira de Ciências e Idéias.
OBS: Nós continuaremos os estudos e atividades durante todo o ano letivo. Aguardem mais postagem do trabalho sobre o meio ambiente.
http://www.vin.com.br/ - Neste site você pode baixar da internet a Agenda 21 - documento que estabelece as ações que o Brasil se dispõe a implementar a preservação ambiental.
sábado, 7 de junho de 2008
PRATICANDO NA HORTA ESCOLAR- 07/06/2008

Dando continuidade ao plano de estudo, além de buscar conhecimento através de leituras, sites, passamos para a prática.Desenvolvendo aulas práticas, com os Guardiões Ambientais, começamos a reativar a horta escolar, na E.M.E.F. Prefeito João Freitas Filho de Sapucaia do Sul.
Primeiro fizemos a limpeza do terreno;
Agora estamos preparando os canteiros;
Já fizemos desde o ano passado a compostagem dos restos orgânicos do refeitório;
Já fizemos a campanha das minhocas, os alunos tinham que trazer um pouco de terra preta com minhocas, borra de café e erva de chimarrão usado, para a composteira, assim já temos terra preta adubada para a horta.
Trechos retirados do livro Hortas Escolares, conforme as referências bibliográficas citada a baixo.
“A preocupação com a questão ambiental, visando o desenvolvimento econômico associado à intervenção sustentável do ser humano no meio ambiente, assume certa relevância apenas a partir de 1960. Constatou-se que uma das formas para construir o pensamento ambiental brasileiro seria a aproximação de conteúdos pedagógicos do Ensino Fundamental- 1º a 8º séries, com temáticas relacionadas ao meio ambiente. Elegeu-se a temática Horta Escolar como referencia para a difusão da Educação Ambiental no sistema de ensino.”
“A partir da compreensão de que o Meio Ambiente se constitui em um dos temas Transversais propostos na Lei 9.795, uma das sugestões para sua abordagem é a utilização do espaço horta como um local para o desenvolvimento de conteúdos específicos (conceituais e procedimentais) e relacionados (conceituais e atitudinais). O espaço horta constituiu-se, portanto, em um sub-tema que, do ponto de vista pedagógico, se compõe de um ambiente biofísico e de um ambiente construído.”
“A importância de uma horta no ambiente escolar pode ser compreendida dentro de alguns dos objetivos gerais sugeridos pelos PCN, para o ensino fundamental.”
Referências Bibliográficas:
Hortas Escolares: O ambiente horta escolar como espaço de aprendizagem no contexto do Ensino Fundamental/Instituto Souza Cruz. Programa Hortas Escolares.Florianópolis: Instituto Souza Cruz, 2005.
OBS: Este livro é um dos materiais que utilizo como instrumento de estudo e pesquisa, junto com os alunos.Primeiro fizemos a limpeza do terreno;
Agora estamos preparando os canteiros;
Já fizemos desde o ano passado a compostagem dos restos orgânicos do refeitório;
Já fizemos a campanha das minhocas, os alunos tinham que trazer um pouco de terra preta com minhocas, borra de café e erva de chimarrão usado, para a composteira, assim já temos terra preta adubada para a horta.
Trechos retirados do livro Hortas Escolares, conforme as referências bibliográficas citada a baixo.“A preocupação com a questão ambiental, visando o desenvolvimento econômico associado à intervenção sustentável do ser humano no meio ambiente, assume certa relevância apenas a partir de 1960. Constatou-se que uma das formas para construir o pensamento ambiental brasileiro seria a aproximação de conteúdos pedagógicos do Ensino Fundamental- 1º a 8º séries, com temáticas relacionadas ao meio ambiente. Elegeu-se a temática Horta Escolar como referencia para a difusão da Educação Ambiental no sistema de ensino.”
“A partir da compreensão de que o Meio Ambiente se constitui em um dos temas Transversais propostos na Lei 9.795, uma das sugestões para sua abordagem é a utilização do espaço horta como um local para o desenvolvimento de conteúdos específicos (conceituais e procedimentais) e relacionados (conceituais e atitudinais). O espaço horta constituiu-se, portanto, em um sub-tema que, do ponto de vista pedagógico, se compõe de um ambiente biofísico e de um ambiente construído.”
“A importância de uma horta no ambiente escolar pode ser compreendida dentro de alguns dos objetivos gerais sugeridos pelos PCN, para o ensino fundamental.”
Referências Bibliográficas:
Hortas Escolares: O ambiente horta escolar como espaço de aprendizagem no contexto do Ensino Fundamental/Instituto Souza Cruz. Programa Hortas Escolares.Florianópolis: Instituto Souza Cruz, 2005.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Plano Individual de Estudos- Seminário Integrador- IV
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
LICENCIATURA EM PEDAGOGIA- ENSINO A DISTÂNCIA
Disciplina: Seminário Integrador IV
Pólo de São Leopoldo
Aluna: Valéria Pereira de Souza
LICENCIATURA EM PEDAGOGIA- ENSINO A DISTÂNCIA
Disciplina: Seminário Integrador IV
Pólo de São Leopoldo
Aluna: Valéria Pereira de Souza
Plano Individual de Estudos
Objetivos Gerais:
· Construir minha aprendizagem através das leituras dos textos e sites que são indicados e sugeridos nas disciplinas do curso de Pedagogia da UFRGS.
Objetivos Específicos:
· Representação do Mundo Pela Matemática: Explorar diferentes recursos, para desenvolver minhas habilidades de resolução de problemas despertando o raciocínio lógico.
· Representação do Mundo Pelos Estudos Sociais: Conhecer o lugar em que vivo e outros lugares do mundo, histórias de pessoas que, como eu, também fazem história. História não é só passado, mas um conhecimento dele que nos permite vivenciar e construir o presente com o olhar no futuro com melhor qualidade de vida.
· Representação do Mundo Pelas Ciências Naturais: Ampliar mais o conhecimento em relação a fatos e acontecimentos da realidade e fenômenos sociais. Conhecendo e valorizando a importância da preservação do planeta para a qualidade de vida, respeitando as diversidades culturais, históricas e ambientais.
Plano de Ação:
· Leituras dos textos, sites e livros indicados pelos professores, além de buscar outras fontes de estudos como, por exemplo, livros didáticos, revistas, jornais e pesquisa no google.
· Realização das atividades e jogos, disponibilizados pelos professores.
· Freqüentar cursos de curta duração e Espaços de Formação para Professores, de preferência sobre Educação Ambiental. (Estou freqüentando um curso: “O Rio dos Sinos tem Histórias” ministrado pela FACCAT - Faculdades de Taquara.), duração de vinte horas.
Horário:
· Planejar um horário para estudos e realização das atividades, Pois além de trabalhar quarenta e quatro horas nas escolas, desenvolver trabalhos das escolas que trago para casa, eu tenho que realizar tarefas domésticas e atender a família. Geralmente tenho reunião pedagógica e administrativa na segunda-feira de noite na escola. Sobrando terça, quarta, quando não tem aula presencial, quinta e sexta feira, alguns sábados tenho que trabalhar nas escolas conforme calendário letivo. Procuro adiantar as atividades durante a semana para no domingo me dedicar para a família.
Avaliação:
· Serão através da auto-avaliação, momentos de reflexão e acompanhamento dos comentários dos professores e tutoras a respeito das atividades realizadas. Considerarei satisfatório quando conseguir realizar as atividades com bom desempenho, atingindo os objetivos propostos pelas disciplinas.
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