segunda-feira, 12 de outubro de 2009

A PALAVRA FALADA TECE TODAS AS TEIAS QUE ENTRELAÇAM A VIDA DO SER HUMANO.

Refletindo sobre minha aprendizagem, após realizar as leituras propostas na interdisciplina de Educação de Jovens e Adultos e na interdisciplina de Linguagem e Educação do curso de pedagogia a distância da UFRGS, sobre: Práticas de Leitura, escrita e oralidade no contexto social.
Aprendi que a parte fantasiosa das narrativas infantis tem a ver com a maneira como cada uma percebe o mundo e como elabora seus sentimentos, frustrações, alegrias, angústias. Essa mistura de realidade e fantasia em princípio tão entrelaçada vai aos poucos se distanciando, se reorganizando até se separar por completo uma da outra, e naturalmente. Segundo a autora:


A distinção entre ficção e realidade ainda está em desenvolvimento nos anos da Educação Infantil - um aspecto que sempre deve ser considerado nas conversas com os pequenos. Isso se relaciona com uma das características mais vivas do pensamento da criança: o sincretismo, ou seja, a liberdade de associar elementos da realidade segundo critérios pessoais, pautados principalmente por afetividade, observação e imaginação. GURGEL (2009, p. 03)


Ao ouvir a narrativa de uma aluna da educação infantil sobre sua festa de aniversário, percebi que ela misturou alguns fatos da festa na sala de aula com outros acontecimentos, embora houvesse coerência nas suas falas.
É normal as crianças misturarem fantasia à realidade durante suas histórias. O adulto deve compreender que a criança está passando por uma fase e que dessa forma está organizando seu mundo É preciso encarar esta fase com a maior naturalidade possível, pois dela está surgindo o desenvolvimento afetivo e cognitivo dos pequenos e junto a isso o chamado discurso narrativo.
Percebi que o mais importante durante estas narrativas, recheada de jogos de faz de conta é que não devemos nos precipitar acreditando ser verdade tudo que está sendo narrado, mas que também não ignoremos. Conclusões precipitadas não auxiliariam em nada as crianças.
Os professores em sua prática pedagógica, assim como os pais no seu cotidiano, devem incentivar as falas das crianças, não se detendo apenas no que a criança está realmente falando, mas buscando o significado das palavras ditas, e pressupondo as não ditas, as intenções de fala, para então ajudá-las a expressar-se cada vez melhor.
Sabemos que a fala antecede a escrita, assim qualquer pessoa, criança ou adulto, mesmo que não alfabetizado consegue se expressar, se fazer entender e contar “causos” e histórias. De acordo com a autora:

[...] se a fala antecede ou tem prece­dência sobre a escrita, não é senão no sentido em que o discurso oral é o meio e a trama pelo qual todas as constru­ções do propriamente humano são arquitetadas: a própria fala, o sujeito, o outro, o mundo para o sujeito, a fala à maneira da escrita (a fala letrada) e, finalmente, como objeto do/no mundo, a própria escrita em sua materialidade. ROJO (2006, p. 11)

Os estágios de construção da escrita que os adultos apresentam são os mesmos identificados nas crianças. Conforme a autora afirma:

“Assim como na formação do pensamento das crianças há etapas de desenvolvimento, para os adultos analfabetos também. E, como para elas, a progressão nas etapas depende de uma construção efetivada a partir de desafios, informações, interrelação com o meio”. HARA (1992, p. 18)

Assim como quando uma criança entra na escola ela já traz consigo inúmeras concepções, e cada uma a sua visão de mundo, que se agregam as suas idéias sobre o código escrito. Assim também o aluno da Educação de Jovens e Adultos traz sua vivência e sua experiência do seu contexto social para dentro da sala de aula. Estes conhecimentos devem ser valorizados na prática pedagógica, para que o sujeito seja o construtor do conhecimento no processo de letramento e alfabetização.
A palavra falada tece todas as teias que entrelaçam a vida do ser humano.
É pela palavra que passa a fala, o próprio sujeito, o outro, o mundo, a fala letrada, e a própria escrita, como parte do sujeito inserido no mundo e, aprendiz e construtor do seu próprio mundo.
Assim como a escrita tem suas fases de desenvolvimento a palavra falada também o tem, ou seja: primeiramente a criança emite sons estranhos, balbucia, fala pequenas palavras, constrói: pequenas frases de 3 a 4 palavras para depois dominar e imprimir sentido lógico e organização de idéias, seqüenciando os fatos através da fala de forma coerente.
Vários aspectos: psicológicos, neurológico, lingüístico, precisam ser amadurecidos, até que a criança alcance uma linearidade nas colocações feitas através da fala.
Outro ponto a ser destacado é a interrelação entre a palavra falada, o letramento e a alfabetização. Uma pessoa não alfabetizada não é incapaz de contar uma história, mas seu universo vocabular é bem mais restrito o que acaba por limitá-la. Ela evolui não isoladamente, mas interagindo com o meio: falando, refletindo, questionando e trocando informações com o outro.



REFERÊNCIAS:


HARA, Regina. Alfabetização de adultos: ainda um desafio. 3. ed. São Paulo: CEDI, 1992.

ROJO, Roxane Helena Rodrigues - Concepções não-valorizadas da escrita: como “um outro modo de falar”, 2006.

Texto: Tem um mostro no meio da história (GURGEL, 2009) -- in http://www.pead.faced.ufrgs.br/sites/publico/eixo7/linguagem/

terça-feira, 29 de setembro de 2009

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

Aprendi com Kleiman que a escola é um espaço caracterizado por diferentes linguagens e culturas que entram em conflito, sendo necessário o envolvimento de professores, pais e alunos na busca por uma autonomia, dentro de uma prática pedagógica que venha resgatar a alfabetização e o letramento de uma forma mais ampla.
Mas o que ocorre na prática é uma alfabetização voltada à decodificação de letras e palavras, o que não prepara o aluno para a compreensão da leitura e da escrita, sendo que as questões sociais relativas à vivência e individualização de cada sujeito, são complicadas e exige uma parada para se re-avaliar e principalmente se reciclar quanto a estes novos estudos sobre alfabetização. Segundo o autor o conhecimento que o aluno traz não é explorado adequadamente pela escola.


[...] os sistemas abstratos de cálculo mate­mático utilizados pelas crianças para desempenhar tran­sações ligadas à sobrevivência, desenvolvidos coletivamente, primeiro através da observação dos adultos, e depois através das interações com os fregueses, são extremamen­te eficientes, porém muito diferentes dos sistemas utiliza­dos pela escola no processo de alfabetização. Carraher & Schliemann (1988) apud de KLEIMAN, 2006.


O conhecimento se dá nas relações de interação, onde professores e alunos se fazem presentes como autores ativos dentro do seu contexto social, sendo necessários que as dimensões sociais, culturais, políticas e econômicas da vida quotidiana estejam presentes na escola. Para que se dê a alfabetização e o letramento.


REFERÊNCIA


Texto: Modelos de letramento e as práticas de alfabetização na escola – Kleiman, 2006 – in http://www.pead.faced.ufrgs.br/sites/publico/eixo7/linguagem/

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

DESCOBRINDO A PEDAGOGIA DE COMÊNIO.

Ao realizar as leituras dos textos propostos pela interdisciplina de Didática, Planejamento e Avaliação do Curso de Pedagogia a Distância da UFRGS. Percebo e encontro no meu cotidiano escolar alguns elementos importantes da pedagogia do Comênio.
Na escola em que trabalho há espaço e momentos de diálogo, ouvir música e dança na sala de aula, recreação e brincadeiras no pátio e na pracinha; leituras na biblioteca, filmes na sala de vídeo e aulas de teatro no auditório. Busco alternar esses espaços e momentos com as demais atividades cognitivas, para que a aula não se torne cansativa e monótona. Conforme Comênio (Didática Magna, 1657, cap. 15), apud de DOLL devemos “alterar o trabalho com descanso através de conversa, brincadeira ou música”.
Ao elaborar as aulas, procuro levar em consideração as necessidades e a capacidade dos alunos, respeitando o ritmo de cada um, valorizando e usando como ponto de partida o que o aluno já sabe, incentivando a troca de saberes entre os alunos, isto é, um ensinado o outro. Segundo Comênio (Didática Magna, 1657, cap. 16, 17 e 18), apud de DOLL "chama a atenção para respeitar a capacidade de compreensão do aluno, não sobrecarregar as aulas, progredir do fácil para o difícil, cuidar da motivação dos alunos, animar os alunos a ensinarem uns aos outros”.
Na minha prática pedagógica elaboro atividades que envolvam todos os alunos, mesmo os de inclusão, buscando um ensino de qualidade para todos. De acordo com Comênio (Didática Magna, 1657), apud de DOLL “a importância da educação para o ser humano exige uma educação para homens e mulheres e para todos os grupos sociais”.
Geralmente, tenho bom relacionamento com os alunos, o que facilita a aprendizagem e ao desenvolver as atividades parto do concreto para o abstrato através da observação, da vivência e da experimentação. Segundo Comênio (Didática Magna, 1657, cap. 18 e 19), apud de DOLL, a aprendizagem deve começar “a partir dos sentidos, da percepção, da experiência do aluno, e não a partir de teorias abstratas”.
Aprendi ao ler os textos sobre a pedagogia de Comênio, que os profissionais da educação precisam fazer uma releitura da “Didática Magna” para que os professores ensinem menos e os alunos aprendam mais. Que através de um bom relacionamento entre professores e alunos a aprendizagem irá fluir melhor. Também, devemos resgatar sugestões de Comênio que se enquadrem no contexto atual. Pois, através da leitura percebi a importância dos mesmos e que alguns elementos desta pedagogia, já utilizo na minha prática pedagógica. Mas sinto que ainda preciso aprimorar meu planejamento pedagógico para torná-lo mais qualificado.
REFERÊNCIA


DOLL, Johannes; ROSA, Russel Teresinha Dutra da. A metodologia tem história. In:
_______ (orgs.). Metodologia de Ensino em Foco: práticas e reflexões. Porto Alegre:
UFRGS, 2004, p.26-29.
FOTOS DE MOMENTOS DE OBSERVAÇÃO, DE DESCONTRAÇÃO E DE LEITURA:



















sábado, 29 de agosto de 2009

PARA REFLETIR....

A leitura do texto “O menininho” de Helen Buckley, sugerido pela professora da interdisciplina de Didática, Planejamento e Avaliação, fez-me refletir sobre a prática pedagógica em sala de aula. Quantas vezes já não fizemos como a professora do texto, muitas vezes sem perceber, dando modelos prontos para que os alunos façam ou nos dêem a resposta exatamente como queremos engessando nossos alunos, podando sua imaginação e criatividade.



Uma manhã a professora disse:
- Hoje nós iremos fazer um desenho.
“Que bom!”, pensou o menininho. Ele gostava de desenhar.
Leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos... pegou sua caixa de
lápis de cor e começou a desenhar.
- Esperem, ainda não é hora de começar!
Ela esperou até que todos estivessem prontos.
- Agora, nós iremos desenhar flores.
E o menininho começou a desenhar bonitas flores com seus
lápis rosa, laranja e azul.
- Esperem, vou mostrar como fazer.
E a flor era vermelha com o caule verde.
- Assim, disse a professora, agora vocês podem começar.
O menininho olhou para a flor da professora, então olhou para
a sua flor. Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isto... virou
o papel e desenhou uma flor igual a da professora. Era vermelha
com o caule verde. BUCKLEY,


Resolvi testar a turma fazendo exatamente como a professora do menininho. Propus para a turma desenhar e pintar uma flor, exatamente como a minha, no início eles resistiram, perguntando se não poderiam fazer do jeito deles ou usarem outra cor. Insisti que não, que tinha que ser exatamente igual a minha. Por fim eles fizeram como pedi para me agradar. Desenharam uma flor vermelha com o caule e folha verde. Eles não entenderam porque não os deixei livres para desenhar e pintarem do seu jeito. Geralmente a minha prática pedagógica é incentivar que usem da imaginação, da criatividade e invente. Eles sempre tiveram a liberdade de realizarem as atividades do seu jeito, sem medo de errar, pois sempre digo para que tente fazer mesmo que errem, pois temos o direito de errar para acertar, e de aprendermos juntos.
Não estou dizendo que nunca uso xérox com desenho pronto, mas quando utilizo este tipo de recurso sempre tenho um objetivo, seja pintar respeitando o limite, ou recortar e colar em outra folha, ou colar a figura no desenho livre de uma paisagem. Com estas atividades também procuro desenvolver a motricidade fina.

Então, aconteceu que o menininho teve que mudar de escola...
Esta escola era ainda maior que a primeira.
Ele tinha que subir grandes escadas até a sua sala...
Um dia a professora disse:
- Hoje nós vamos fazer um desenho.
“Que bom!”, pensou o menininho. E esperou que a professora
dissesse o que fazer. Ela não disse. Apenas andava pela sala.
Quando veio até o menininho falou:
- Você não quer desenhar?
- Sim. O que é que nós vamos fazer?
- Eu não sei, até que você o faça.
-Como eu posso fazer?
- Da maneira que você gostar.
- E de que cor?
- Se todo mundo fizer o mesmo
desenho e usar as mesmas cores, como eu
posso saber qual o desenho de cada um?
- Eu não sei!
E começou a desenhar uma flor vermelha com um caule
verde. BUCKLEY,

Depois do desenho da flor vermelha, levei os alunos para passear e observar a natureza ao redor da escola. Convidei-os para pintar com tinta a natureza observada por eles, cada um escolheu o que ia pintar. As pinturas saíram lindíssimas, umas diferentes das outras. Expomos as pinturas no mural da escola. Através desta atividade os alunos tiveram a oportunidade de escolha, de decisão e de poder usar a própria criatividade. De acordo com SIMKA:

"Gostaria de dizer que ainda grassam no espaço acadêmico professores cuja postura se assemelha à da primeira professora. Como conseqüência, encontramos alunos com bloqueios de linguagem, da criatividade, do pensamento criador, inibidos em sua auto-expressão".


Com esta experiência aprendi como é importante continuar oportunizando aos alunos a liberdade de escolha, para que no futuro saibam fazer escolhas, sendo livres para criar, inovar, sonhar e inventar sem medo de se arriscar e de errar.







REFERÊNCIAS


BUCKLEY, HELEN – O menininho – Tradutor Desconhecido

SIMKA, SÉRGIO – Professor nas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires e na Universidade do Grande ABC – Revista Ensino Superior – Edição 87. Site:
http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=11137

terça-feira, 21 de julho de 2009

DOSSIÊ DE INCLUSÃO

Sejam bem vindos ao meu Dossiê de Inclusão. Clique no link abaixo:

segunda-feira, 15 de junho de 2009

REFLEXÃO TEÓRICA SOBRE A PRÁTICA NA SALA DE AULA DO PLANEJAMENTO

Ao planejar e elaborar a atividade didática pedagógica contemplando a diversidade étnica e racial, foi interessante, instigante e envolvente. O planejamento que seria para duas aulas de quatro horas cada, necessitou-se ampliar para mais duas aulas, assim mesmo é pouco tempo para desenvolver um assunto tão amplo, de acordo com Luciano, p.01(2006). “Falar hoje de índios no Brasil significa falar de uma diversidade de povos, habitantes originários das terras conhecidas na atualidade como continente americano. São povos que já habitavam há milhares de anos essas terras, muito antes da invasão européia”.

Ao propor uma das atividades sobre as etnias, a confecção de bonecos, com massinha de modelar, numa das turmas apareceu claramente o racismo não sobre o índio, mas sim sobre afro-descendente, a maioria dos alunos demonstrou interesse em confeccionar bonecos, cada um escolheu uma etnia, uns escolheram o índio, outros o alemão, e o só um aluno quis fazer o afro-descendente, este menino era negro, os outros começaram com risos zombeteiros, por que o menino escolheu fazer o boneco afro-descendente, segundo PARÉ, p. 02. Aqui está claramente um “Preconceito Racial, nos risos zombeteiros ofensivos ao “SER NEGRO” a 1º Grande Essência das Dimensões. A Discriminação na escola, reflexo dos preconceitos na sociedade brasileira”. Neste momento me senti despreparada e insegura no modo de como intervir adequadamente nesta questão de racismo oculto. Então decidi que todos iriam fazer um boneco de cada etnia, assim todos fariam um boneco índio, um boneco alemão e um boneco negro.


Esta atividade fez com que revisse minha prática pedagógica em sala de aula, como eu trabalhava sobre o índio e quando, só no dia 19 de abril, e muito superficialmente, cometia o erro de sempre, pintava os alunos de índios, colocava penas nas cabeças e cantava um, dois, três indiozinhos num pequeno barco. Isto eu não faço mais desde a interdisciplina de Estudos Sócias com a Professora Simone Valdete dos Santos que ampliou um pouco mais meus conhecimentos sobre o assunto e que pediu “que pelo amor de Deus não fizéssemos mais isto”. Ela também nos proporcionou uma palestra com um índio Kaingang, estudante de pedagogia na UFRGS.


Este planejamento significou muito, contribuindo para ampliar o que já sabia sobre os povos indígenas, sempre tive uma visão ampla sobre os indígenas, sempre valorizei esta cultura diferente da minha, me questionava sobre o massacre e extermínio dos índios, ainda me angustia saber que eles são os verdadeiros donos das terras, e ficaram sem seu território, ficando muitas vezes com terras desprovidas de natureza, muitas vezes reduzidas a alguns pedaços, sem ter como sobreviver com suas culturas e tradições, pois os recursos naturais estão cada vez mais escassos e poluídos, de acordo com as autoras:

Desde os primeiros encontros de indígenas e europeus, muitas admirações, incompreensões e estranhamentos foram gerados, de ambos os lados. Evidentemente, o maior prejuízo ficou com os povos indígenas, destruídos no direito de existir na sua multiplicidade étnico-cultural e destituídos da terra, o mais precioso bem. Porém, incansáveis nas formas de se organizar, não só no Brasil, mas em consonância com os povos indígenas da América e do mundo, observamos na atualidade um forte movimento de afirmação étnica e luta pelos direitos. PETERSEN, BERGAMASCHI, SANTOS. P.02.


Ao planejar a atividade sobre as questões étnicas raciais, descobri que posso formar opiniões corretas sobre o assunto, e não mais equívocos com se cometiam até pouco tempo atrás. Nós educadores precisamos aprender cada vez mais como trabalhar as diferenças, o racismo, o preconceito de um modo adequado, com mais segurança nas intervenções em sala de aula. Conseguiremos isto se formos em busca de conhecimentos para que possamos contribuir para a formação de opiniões e conceitos corretos em nossos alunos, para que através deles transformemos a sociedade numa sociedade mais fraterna e justa com princípios e valores morais corretos livres de pré-conceitos e racismos, seja ele qual for.


FOTOS DE ALGUMAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS DURANTE A PRÁTICA DO PLANEJAMENTO.






REFERÊNCIAS


LUCIANO, Gersen dos Santos – Baniwa – Texto extraído do Livro “O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje” – Brasília, 2006. Site: http://www.trilhasdeconhecimentos.etc.br/

PARÉ, Marilene Leal - Auto-Imagem e Auto-estima na Criança Negra: Um Olhar sobre o seu - Desempenho Escolar - Síntese de Dissertação de Mestrado em Educação apresentada para a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Orientadora Educacional do Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

PETERSEN, Ana Maria, BERGAMASCHI, Maria Aparecida, SANTOS, Simone Valdete – Semana Indígena: Ações e Reflexões Interculturais na Formação de Professores.